domingo, 31 de julho de 2011

CRÍTICA: Capitão América - O Primeiro Vingador

"Novo filme do surper-herói diverte, mas é dispensável."



Sem dúvida 2011 ficará sendo um ano histórico para os super-heróis em geral. Já tivemos Besouro Verde, Eu Sou O Número Quatro, Thor, X-Men - Primeira Classe  e ainda teremos ‘Lanterna Verde’. Em meio a muitos filmes poderosos temos o tão esperado Capitão América – O Primeiro Vingador, o filme chega ao Brasil em 3D e 2D uma semana após sua estréia nos EUA, onde não fez feio, arrecadando US$ 65 milhões em seu primeiro final de semana. 

No filme somos apresentados a Steve Rogers (Chris Evans), garoto magro e fraco, de New York, dispensado várias vezes do serviço, mas cheio de vontade de servir o seu país na guerra. Consegue entrar no programa que inclui super soldados na guerra contra o Nazismo do Dr. Abraham Erskine, do ótimo Stanley Tucci. Após a eficácia do processo com Raios-Vita ele logo é jogado no meio de uma trama que envolve a Hidra liderada por Johann Schmidt, o caricato mas eficaz vilão Caveira Vermelha (Hugo Weaving). Chris Evans consegue se adaptar ao complicado personagem, mostrando versatilidade. Além dele há o engraçado Coronel Phillips (Tommy Lee Jones) fazendo o papel de alívio cômico na trama junto ao divertido Howard Stark (Dominic Cooper), além destes temos o interesse romântico do herói, a decidida e charmosa agente Peggy Carter (Hayley Atwell). 


Um dos pontos positivos centrais está na preocupação com o desenvolvimento do herói, o filme é bem maduro aqui. A trama, no entanto, tem um desenvolvimento estranho, parece haver pressa em mostrar a origem do herói, deixando muitas pontas soltas. O filme em si não é corrido, tem uma elevação da tensão gradual e eficaz, apesar de falhar em seu clímax, talvez por essa pressa em correr com a trama. A Marvel parece desesperada para lançar logo Os Vingadores, é interessante o modo como estão interligando os filmes individuais desses super-heróis. Isso é perigoso para as individualidades. Chris Evans se esforça bastante, depois de já ter se passado por outro super-herói, Tocha Humana do Quarteto Fantástico, consegue se estabelecer como um bom Capitão neste filme, apesar de que por vezes seu herói ficar perdido na trama, graças ao roteiro, É complicado adaptar um personagem complexo deste, suas características são tão diferentes de outros heróis, ele é mais sério e sensato, de pouco apelo carismático, como seus outros companheiros super-heróis, Thor e Homem de Ferro.


O filme apesar de tratar a vida um herói americano não apela para o propagandismo da vida americana e da importância da guerra. As frases de efeito: I Want You! do tio Sam, os filmes, entre outras situações são ridicularizadas pelo roteiro. Os valores éticos e morais mesmo já batidos, típicos de qualquer herói, ainda mais se tratando de Capitão América, aparecem na trama. A coragem, a lealdade, a dedicação e até a burrice em demasia são as mesmas de muitos outros heróis. 

A produção do filme cuidou muito bem da direção de arte para adequar o filme ao período da guerra, além do cenário o figurino também é bem coeso com a época. Só pelo trailer fiquei um pouco com pé atrás pela utilização de um dublê de corpo muito mais magro que Chris Evans para fazer um Steve Rogers antes de se tornar Capitão, confesso que me surpreendi como ficou natural. Os efeitos especiais também não deixam a desejar, com direito a explosões para todo lado. A trilha que acompanha as sequencias do filme são clichês e apelativas. Muito do estilo do diretor Joe Johnston advém de Spielberg, muito se pode comparar este filme com produções do mago da sessão da tarde. A  fotografia do filme é um tanto encomoda, mas cumpre o papel de envelhecer os cenários, dando um tom mais sério ao filme, se é que era esse o propósito. Isso talvez decorra pela péssima utilização do 3D, a tentativa da produção na conversão não foi feliz, portanto se puder procure sessões em 2D, economize seu dinheiro. 

Apesar de falhas que por vezes comprometem sua trama Capitão América é entretenimento bom, descartável, mas entretenimento, portanto vá e curta a ação. Um segundo filme deverá redimir algumas falhas cometidas por este primeiro, o que resta é esperar.




P.S: Há uma cena pós-créditos importante, não vá embora antes de assistir.






COTAÇÃO MIDINÓICA:    7.0  




LEGENDA

|   INSUFICIENTE   |   REGULAR  |   BOM   |  EXCELENTE  |
|      1        a        3     |     4     a     6    |  7  a  9  |           10             |





Delandro Melo

TECNOLOGIA: Panasonic apresenta óculos 3D mais confortável e leve


 A possibilidade de apreciar bons efeitos tridimensionais nas telas de cinema ou em casa não acompanha o conforto que é não utilizar nada na frente dos olhos, pior é para quem usa óculos de grau. Mas para aliviar este desconforto, a Panasonic resolveu apresentar um modelo de óculos 3D que é mas leve do que o encontrado em outras marcas.
 Ele se chama TY-EW3D e pesa 26 gramas para tamanhos pequeno e médio e 27 gramas para um óculos maior. O peso do óculos ainda é basicamente o mesmo que pode se encontrar em outros modelos, mas a empresa garante que este é o mais leve de todos. Além de ser mais leve do que o encontrado, para os modelos pequeno e médio, a Panasonic colocou uma bateria de longa duração neste acessório. Para assistir um filme de três horas, basta dois minutos de carga na tomada. Mas se você deixar o óculos plugado na tomada por 30 minutos, a empresa garante 25 horas de 3D sem parar.
 Ainda não ha informação sobre quando ele será vendido nem por quanto.

 Para obter mais conforto, o melhor acessório ainda seriam lentes de contatos com a tecnologia 3D, pois evitaria o uso do óculos e seria melhor para as pessoas que usam óculos de grau.

TECNOLOGIA: Bluetooth chega na versão 4.0


  Ainda usamos aparelhos que estão na versão 2.0 do sistema de comunicação sem fios chamado Bluetooth, mas a versão 4.0 já existe e está pronta para chegar nos mais diversos aparelhos mundo a fora. Mas qual é a diferença entre ele e a versão antiga? Entenda agora.
 
 Basicamente, a principal diferença entre as versões é a economia de energia. Claro que este menor consumo de energia não vai ser sequer notado em um desktop ou em um notebook, mas sim em aparelhos que tem baixo consumo de energia, como mouses e fones de ouvido. O menor consumo de energia não permitiu um aumento na velocidade de transmissão de arquivos, que alcança os 1 mb/s e esta transmissão é feita em dados criptografados.
 Mas mesmo com uma quantidade menor de dados, o alcance aumentou bastante. Pulou-se dos 9 para os 61 metros de distância, o que pode ser bastante útil para manter contato com alguém no outro lado da casa, por exemplo. Atualmente os novos Mac Mini e MacBook Air já vem com esta tecnologia, além de alguns relógios e outros acessórios.

Pensamento Do Dia

Se Vai transar? O Governo dá a camisinha
Se Já transou? O Governo dá a pílula do dia seguinte
Se Teve filho? O Governo dá a bolsa família " Ou seja Bolsa-menino"
Se resolveu virar bandido e foi preso? O Governo dá o auxílio "Reclusão" ou seja, Salário-Bandido" R$ 862,11 por filho
Agora, experimenta estudar e andar na linha, cumprir com suas obrigações com cidadão, pra ver o que te acontece! Salário mínimo de R$ 545,00.

É o Brasil Galera!


GAMES: Primeiro a vender mais de 100 milhões de unidades no mundo, Game Boy faz 22 anos nos EUA



 Em 1989, a Nintendo já era uma das maiores empresas de games do mundo, graças ao grande sucesso do NES (Nintendo Entertainment System, um videogame lançado pela Nintendo em 1983. É o 8º console mais vendido de todos os tempos). Nesse ano, a companhia resolveu voltar ao mercado de games portáteis, lançando um de seus videogames de maior vendagem: o Game Boy.
  Esse não era o primeiro videogame portátil lançado pela Nintendo - já havia feito isso com a série Game & Watch. Porém o Game Boy inovava, pois usava cartuchos. A companhia fez de tudo para produzir um aparelho barato e que consumisse pouca energia. Esses dois fatores foram decisivos para vencer os concorrentes Lynx, da Atari, e Game Gear, da Sega, mesmo estes tendo uma tela colorida (o Game Boy nasceu preto-e-branco).
 O aparelho saiu primeiro no Japão, em 21 de abril, e, nos Estados Unidos, veio em 31 de julho, junto com "Tetris". A decisão de encartar quebra-cabeça criado por Alexey Pajitnov se mostrou acertada, e o aparelho vendeu um milhão de unidades em poucas semanas nos Estados Unidos.

   Depois dos blocos, os monstros de bolso

  Mas nem "Tetris" conseguiu garantir um sucesso duradouro para o aparelho, e quando as vendas estavam praticamente estagnadas, surgiu, em 1996, "Pokémon", o monstrinho dos ovos de ouro da Nintendo (hoje, é a franquia de maior sucesso da empresa, perdendo apenas para a série "Mario"). O game de treinar monstrinhos virou um fenômeno cultural e deu um novo gás para o videogame.
  Assim, no ano 2000, o portátil foi o primeiro videogame a vender 100 milhões de unidades. No final, mais de 118 milhões do Game Boy, incluindo as varações Pocket e Color, saíram das prateleiras no mundo todo. Atualmente, seus jogos podem ser revisitados no serviço Virtual Console do Nintendo 3DS.

MUNDO: Mexicanos realizam desfile em homenagem aos zumbis

Evento aconteceu sábado (30) na Cidade do México.
Desfile contou com centenas de pessoas fantasiadas.

zumbis méxico (Foto: Demian Chavez Hernandez/Reuters)

Centenas de pessoas fantasiadas de zumbis participaram no sábado (30) de um desfile na Cidade do México. O evento, que acontece pelo terceiro ano seguido em Queretaro, ao norte da capital mexicana, é uma homenagem aos personagens que ganharam popularidade nos filmes, livros e nas histórias em quadrinho. (Foto: Demian Chavez Hernandez/Reuters)
zumbis méxico (Foto: Demian Chavez Hernandez/Reuters)
Desfile no México teve a presença de centanas de pessoas. (Foto: Demian Chavez Hernandez/Reuters)
zumbis méxico (Foto: Demian Chavez Hernandez/Reuters)
Fantasias abusaram das maquiagens e do sangue artificial (Foto: Demian Chavez Hernandez/Reuters)
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Quem apareceu por lá foi, Elki Maravilha, mas ela se enganou de festa pensando que era a parada gay do mundo dela.

MUNDO: Vovô é preso após ameaçar colega com arma por causa de volume de TV

Ernest Michael Chapman se irritou por causa do barulho da TV. (Foto: Divulgação)

Caso ocorreu em Gainesville, no estado americano da Flórida.
Ernest Michael Chapman temia que vizinhos reclamassem do barulho.

O  norte-americano Ernest Michael Chapman, de 74 anos, foi preso na última terça-feira após ameaçar um colega em Gainesville, no estado da Flórida (EUA), por conta do volume da TV, segundo o jornal "Gainesville Sun".
A vítima disse à polícia que estava assistindo televisão na sala, quando Chapman se queixou de que o volume estava muito alto e os vizinhos poderiam reclamar.
Mas, após o colega se recusar a atender o pedido, Chapman pegou uma pistola e apontou uma arma para ele.
Chapman foi levado para a cadeia do condado de Alachua.
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O Vovô se irritou, porque o vizinho estava vendo o 'Zorra Total'.

MÚSICA: Lady Gaga lança livro de fotos sobre sua vida em novembro

Publicação chegará às livrarias americanas no dia 22 de novembro.
Serão mais de 350 fotografias da cantora tiradas por Terry Richardson.

A 'cantora' pop Lady Gaga lançará este ano um livro de fotos mostrando a vida dela na estrada e no estúdio, informou a empresa responsável pela publicação.

O livro, com o título "Lady Gaga", trará mais de 350 fotos da cantora vencedora do Grammy tiradas por Terry Richardson entre o festival Lollapalooza em agosto de 2010 e os últimos shows da turnê Monster Ball este ano, de acordo com a Grand Central Publishing, divisão do grupo Hachette Book.
O livro, que contará com um prefácio da cantora de 25 anos, será publicado em 22 de novembro.
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Se essas tal fotos forem como essas aqui, o livro vai ser o maior sucesso.





AGRONEGÓCIOS: Preço do suíno está em baixa

Depois de meses em baixa, os criadores de suínos tiveram uma boa notícia.
A cotação começou a reagir nos principais estados produtores.

 
Depois de meses de preços em baixa, os criadores de suínos tiveram, enfim, uma boa notícia. A cotação começa a reagir nos principais estados produtores. Mesmo assim, o valor está abaixo do esperado.
Dois reajustes em uma semana. O quilo do animal vivo passou de R$ 1,90 para R$ 2 e de R$ 2 para R$ 2,10. Apesar dos aumentos, o preço pago pela indústria ainda não cobre o custo de criação que, segundo os produtores, chega a R$ 2,50.
Os altos e baixos da suinocultura fizeram muitos produtores abandonar a atividade. Em uma comunidade de Colônia Cella (SC), onde 125 famílias trabalhavam com a criação de suínos, apenas uma continua com a produção.

Para quem permanece na suinocultura, resta esperar que a reação do preço não pare e torcer para a Rússia, maior compradora de carne suína do Brasil, reabrir seu mercado ao produto brasileiro. “Nós temos a palavra do ministro de que para agosto abriria. Se abrir é bom. O russo vai ter que se abastecer antes do inverno forte deles. Se abastecer vai ser entre agosto e setembro, depois não dá mais tempo”, explica o presidente da cooperativa, Mário Lanznaster.

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Já o preço do apresentador suíno do Video Show, André Marques, ainda é o mesmo desde a Malhação, já que nenhuma outra emissora de Tv quer comprá-lo. 

ECONOMIA: Prazo para 'calote' dos EUA se aproxima; saiba o que pode ocorrer

Na noite desta sexta-feira (29), o Senado dos Estados Unidos rejeitou o plano aprovado horas antes na Câmara dos Representantes para reduzir o déficit orçamentário do país e elevar o limite de endividamento do governo federal. O prazo para que republicanos e democratas cheguem a um acordo termina na próxima terça-feira (2) – data em que o governo federal pode começar a ficar sem recursos para pagar suas dívidas. Democratas e republicanos devem passar os próximos dias discutindo um possível acordo para evitar o calote – mas é dífícil prever o que irá ocorrer.

O presidente dos EUA, Barack Obama, durante evento nesta sexta-feira (29) na Casa Branca (Foto: Reuters)

Especialistas analisam quais seriam os cenários possíveis e os principais desdobramentos – para os EUA e para a economia mundial – em três situações diferentes: caso os parlamentares consigam um acordo; caso o presidente Barack Obama eleve o teto da dívida à revelia do Congresso por meio de um decreto, ou, em última hipótese, se ocorrer um eventual calote.

1 – Acordo:
Uma das possibilidades para a solução do impasse é justamente o que tem causado o conflito no Congresso: um plano sobre o teto da dívida que seja aprovado tanto pelos republicanos quanto pelos democratas. Esse plano, além de aumentar o limite de endividamento do país, hoje em US$ 14,3 trilhões, precisaria possibilitar o reajuste das contas do governo dos EUA em longo prazo, explica o coordenador do curso de Negócios Internacionais e Comércio Exterior da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Evaldo Alves.

Impassse entre republicanos e democratas
Prazo
Os Estados Unidos têm até o dia 2 de agosto para aprovar um plano para elevar seu limite de endividamento, atualmente em US$ 14,3 trilhões. Caso contrário, o país não terá dinheiro suficiente para pagar suas dívidas.
Planos
Republicanos e democratas não conseguem fechar um projeto em comum. O presidente Barack Obama defende um plano bipartidário definitivo, que prevê cortes de gastos e põe fim a isenções de impostos aos mais ricos. Os republicanos, contudo, propõem um plano de cortes de gastos e aumento do teto da dívida em duas fases, o que o presidente não quer, já que seria necessário debater o assunto novamente em 2012, ano de eleições no país.
O plano republicano foi aprovado na Câmara nesta sexta-feira, mas barrado em seguida pelo Senado, de maioria democrata.

Possíveis desdobramentos
Acordo
Com a aprovação de um plano aceito por republicanos e democratas, os EUA poderiam honrar suas dívidas e reajustar suas contas em longo prazo. Nesse caso, tanto a situação, oposição, ou ambos os lados precisariam ceder em algum ponto. A aprovação de um plano evitaria, ainda, repercussão negativa nos mercados pela dificuldade de negociação política no país, considerado o melhor pagador do mundo.
Calote
O calote da dívida  colocaria em xeque a classificação do país de pagador mais seguro do mundo, provocando incertezas e um caos nos mercados financeiros. Sem o dinheiro para honrar todas suas dívidas, os EUA precisariam priorizar os pagamentos mais importantes. Além dos juros dos títulos da dívida, entram nas despesas gastos sociais, com idosos, saúde, com o Exército, entre outros.
Decreto
Obama só poderia elevar o teto da dívida arbitrariamente, com um decreto, em casos extremos, como o de uma guerra, afirmam especialistas. Para enquadrar a situação atual em emergência, contudo, Obama precisaria fazer uma “ginástica” que, além de vista como improvável por economistas, seria desgastante ao governo. A solução viria diante da impossibilidade do Congresso de chegar a um acordo. Mostraria que nem um dos lados soube ceder. Além disso, o decreto não evitaria a  necessidade de aprovação de um plano de longo prazo.
“Em condições normais, o ideal seria chegar a um acordo e, como decorrência, a uma aprovação de um plano de contenção de gastos e aumento de impostos (...). Só que os EUA estão passando por uma época em que começa a existir um grande radicalismo político, nenhum lado quer abrir mão (...). É um diálogo entre surdos”, avalia o especialista. Os republicanos, por exemplo, não querem aumento dos impostos. O presidente Obama, por sua vez, defende alta dos tributos apenas aos mais ricos.
Para os especialistas, a aprovação de uma espécie de “plano bipartidário” seria a solução para a questão, ou seja, uma proposta que inclua apenas os itens em comum nos projetos de cada um dos lados, explica Antonio Carlos Alves dos Santos, coordenador do curso de Economia Internacional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Existem dois planos em discussão atualmente. Um plano elaborado pelos republicanos foi aprovado nesta sexta-feira pela Câmara, onde o partido tem maioria, mas rejeitado pelo Senado. O outro, apoiado pelos democratas, por sua vez, tem maior facilidade de ser aprovado no Senado, onde têm a maior parte dos assentos. Republicanos ainda podem tentar uma nova versão do plano.

Acontece que os mesmos planos podem ser barrados quando forem discutidos nas casas opostas, explica o professor da PUC-SP. O próprio presidente Obama chegou a afirmar que, caso o plano dos republicanos passasse no Senado, ele o vetaria.
“Estou espantada de ver a incapacidade política do Congresso americano”, resume Cristina Helena Pinto de Mello, professora de Macroeconomia do curso de Administração de Empresas da ESPM. Para ela, será muito difícil que republicanos e democratas cheguem a um acordo até o dia 2 de agosto. Um dos problemas, na opinião da professora, é que os próprios republicanos estão “fragmentados”, o que dificulta a coordenação política.
Estou espantada de ver a incapacidade política do Congresso americano"
Cristinade Mello, professora da ESPM
“Em havendo uma aprovação, sai todo mundo muito desgastado politicamente”, destaca. “Não consigo acreditar que aprovem um aumento integral da dívida de forma a deixar o presidente Obama com margem de conforto [para governar].”
A disputa política pode trazer, entre as consequências, uma reclassificação da nota da dívida dos EUA, na opinião de Cristina. “Fundos que carregam os títulos vão sofrer um impacto. (...) Imagino que estes fundos estejam pressionando para a construção deste acordo.”
O professor Arthur Bernardes do Amaral, do Departamento de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), destaca que só será possível um acordo caso republicanos cedam em alguns pontos e democratas façam determinadas concessões. “A própria filosofia do Obama é o diálogo, ele é muito da construção em conjunto. O problema é quando o interlocutor não quer conversar”, diz.
A aposta do professor é que, no último momento, os republicanos se sensibilizem – e usem isso em benefício próprio. “Vão sair desta história dizendo: ‘flexibilizei em nome do interesse nacional’. Eles sairão como benevolentes e o Obama como desesperado.”
Não conseguir um acordo, porém, também seria “uma tremenda derrota para o Obama”, avalia Amaral, da PUC-RJ. “Seria uma derrota no voto, mas principalmente nas consequências, porque teria que rever uma série de programas, de impostos para a classe média, e isso seria um revés político”, diz.
Carlos Eduardo Stempniewski, professor do curso de Política e Economia das Faculdades Integradas Rio Branco, acha que há “uma possibilidade bastante boa que [democratas e republicanos] não cheguem a acordo nenhum”. “Se o Obama aceitar os cortes sociais e não aumentar impostos, fica em situação ruim com relação a suas propostas. Se elevar o teto da dívida, fica ruim para a turma de republicanos.”
Além de não entender de economia, eles não querem discutir"
Carlos Stempniewski, professor  das Faculdades Integradas Rio Branco
Para ele, um dos grandes problemas – que, inclusive está dificultando um acordo – é a ignorância dos políticos em relação à economia. “A sensação que fica é que a maioria daqueles deputados não tem muita noção do impacto que isso traria para a economia mundial. Acho que há uma ignorância sobre o que é economia, como funciona”, critica.
Além disso, preocupa-o a radicalização, principalmente dos republicanos que integram o chamado “Tea Party”. “Além de não entender de economia, eles não querem discutir.”
Porém, na opinião de Stempniewski, não se tem certeza absoluta de que o dia 2 de agosto seja mesmo “o dia D”. Quando, porém, o prazo finalmente se esgotar, o professor acredita em um acordo que contemple, por exemplo, corte de gastos sociais e aumento de impostos, portanto, com os dois lados cedendo um pouco.
O professor diz que, de imediato, pode haver um pânico generalizado, com bolsas e dólar caindo, mas que, passado o “terrorismo”, os banqueiros pressionarão o Congresso, que poderá decidir a favor do Obama.

2 – Decreto:
Caso o Congresso não chegue a nenhum acordo até o dia 2 de agosto, uma possibilidade seria que o presidente Obama elevasse o teto da dívida por meio de um decreto, por exemplo. O professor Arthur Bernardes do Amaral, da PUC-RJ, explica, porém, que Obama só poderia tomar uma atitude arbitrária em casos extremos. “Só pode em caso de segurança nacional. Ele não poderia fazer isso ordinariamente, só extraordinariamente.”

Caso esta seja a escolha de Obama, Amaral diz que “as consequências políticas seriam muito graves”. “Ele seria acusado de arbitrariedade. (...) O país foi fundado em cima do princípio de combater a tirania. Se o Obama agir como um autocrata, vai passar por cima da divisão do poder.” Isso, na opinião do professor, poderia comprometer uma tentativa de reeleição em 2012.
Evaldo Alves, da FGV, diz que a legislação americana dá o poder do decreto ao presidente, mas também reforça que apenas em casos extremos, como o de uma guerra. “Se ele alegar que é situação de emergência, semelhante à guerra, ele pode fazer”, diz. O especialista avalia, contudo, que essa alternativa seria muito desgastante ao presidente, que precisaria fazer uma “ginástica” muito grande para enquadrar a atual situação do país em tamanha situação de emergência para fazer o decreto.
Isso [o calote] sinalizaria a incapacidade dos EUA de fazer um acordo, o que, em longo prazo, é preciso"
Carlos Eduardo Gonçalves, professor da USP
Alves dos Santos, da PUC-SP, avalia que a opção de decreto é sustentada, mas seria impopular até mesmo para os republicanos, já que a opção só aconteceria caso eles não tivessem cedido a um acordo. “A pressão cairia também sobre os republicanos (...). Todos estão em uma situação complicada”, diz.
Para Rodrigo Zeidan, professor de Economia e Finanças da Fundação Dom Cabral, Obama dificilmente chegaria ao ponto de tomar a decisão sozinho. “Ele não tem essa imagem (...). Nas propostas recusadas pelos republicanos ele fez concessões que até os democratas criticaram”, afirma. Ainda na opinião de Zeidan, o decreto poderia dar margem aos republicanos afirmarem que tentaram acertar o país e Obama não aceitou.
Os especialistas avaliam, contudo, que um decreto que apenas aumentasse o teto da dívida não resolveria o conflito econômico do país. A medida só postergaria novas negociações no Congresso, já que seria necessário um plano com outras ferramentas além do aumento do limite de endividamento.
Para Cristina, da ESPM, não há a possibilidade de resolver a questão via decreto. “Dá impeachment, não pode”, diz. “O que estão fazendo agora é tentar achar uma brecha na interpretação do texto jurídico. Não é fazer alteração jurídica.”
Cristina destaca, porém, que esta não seria uma boa solução. “O mais provável seria não correr o risco de um questionamento jurídico, que vai expor o presidente da República.”
Stempniewski, das Faculdades Integradas Rio Branco, refuta a possibilidade de um decreto. Para ele, a oposição pode até tentar “empurrar Obama para uma decisão pela radicalização”. “Vão empurrar o Obama para uma decisão solitária, porque aí eles não têm responsabilidade. Obama vai fingir que não entendeu e vai ‘sentar em cima do caixa’ e pagar seletivamente”, avalia.

3 – Calote:
Apesar de considerada remota pelos especialistas, a possibilidade de calote da dívida americana coloca em cheque a classificação de pagador mais seguro do mundo.

“Nos mercados financeiros, já estaria o caos no dia seguinte (...). Isso sinalizaria a incapacidade dos Estados Unidos de fazer um acordo, o que, em longo prazo, é preciso. Um calote seria um sinal de que nem mais nos EUA a coisa acontece. Geraria uma incerteza, já que para todos os investidores do mundo inteiro, o título americano é o mais seguro do mundo”, afirma o professor de Economia da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Eduardo Soares Gonçalves.
Considerada remota pelos especialistas, a possibilidade de calote da dívida americana coloca em cheque a classificação de pagador mais seguro do mundo
O professor Evaldo Alves, da FGV, lembra que o calote, contudo, não aconteceria com todas as dívidas do país. Nesse caso, o governo iria priorizar quais pagamentos são os mais importantes. Ou seja, o país não terá condições de pagar algumas despesas, entre elas os gastos sociais, com idosos, saúde, com o Exército, entre outros.
O professor Zeidan, da Fundação Dom Cabral, diz que a primeira coisa que vai continuar a ser paga são os juros da dívida. “Pode haver atraso nos pagamentos de algumas contas, cheques de seguridade social, pensões, aposentadorias. (...) Provavelmente vai ser temporário, não é nada tão drástico”, afirmou.
Para Amaral, da PUC-RJ, na eventualidade de um calote, isso seria “o fim da era da credibilidade plena e automática por parte dos Estados Unidos”, mas que, ainda assim, “não abalaria a economia do país de morte”. “Seria um choque, mas que seria um sinal dos tempos, de que os Estados Unidos não são mais invulneráveis, existem outros atores emergindo e ele será mais um. Seria o indício de que o país não é imune a tudo. Não deixaria de ser a principal economia do mundo, mas teria um choque de credibilidade”, analisa.
Para a economia mundial, ele acredita que haveria “reverberações nos mercados de capitais”, mas não a longo prazo. “No pior dos mundos, pode ocorrer uma desvalorização maior do dólar por uma semana, depois começaria a acertar os ponteiros e veria as consequências reais.”
Cristina, da ESPM, descarta a possibilidade de um calote total, mas não a de um “calote negociado”. “O governo arrecada recursos todos os dias. (...) Talvez o Tesouro americano possa, de alguma forma, selecionar o que vai ser pago. Aí não se pode questionar o presidente. Ele pode atrasar pagamentos que interessem a seus oponentes políticos, por exemplo”, descreve.
“Uma suspensão de pagamento é como se fosse um calote. Pode usar o eufemismo de dizer que é um calote negociado.” Cristina não acredita que governo e oposição cheguem a um acordo a tempo e aposta que o que pode ocorrer é justamente um atraso no pagamento.
“Todo o sistema financeiro internacional está assentado sobre a moeda de reserva, que é a norte-americana, mas principalmente sobre os títulos. Essa situação merece muita atenção. Não temos alternativa, mas isso vai mudar a composição das reservas. A China tem furiosamente dado declarações com relação a isso. E a última vez que a China fez recomposição [das reservas] quase causou um tsunami na economia mundial.”
Para Stempniewski, das Faculdades Integradas Rio Branco, se for obrigado a tomar uma decisão solitária, Obama poderá fazer uma “gestão seletiva de recursos”. “Como a base dele é muito voltada ao social, não acredito que deixe de pagar pensões, aposentadorias. Vai cortar fornecedor do Pentágono, gasto de militares. Vai fazer uma gestão seletiva de recursos, não no social, mas principalmente na indústria de guerra e de banco”, avalia.
Para o professor, o pagamento seletivo pode ser considerado uma espécie de “pré-calote”. A consequência imediata de um não-pagamento seria o rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos pelas agências de classificação de risco.

Análise
Para falar da tentativa de um acordo entre governo e oposição – e de um eventual fracasso – o professor Carlos Eduardo Stempniewski, das Faculdades Integradas Rio Branco, destaca que é preciso entender toda a questão de três pontos de vista diferentes: histórico, econômico e político.

“Grande parte deste problema vem de situações criadas pelos republicanos no passado: Segunda Guerra Mundial, guerra da Coréia, do Vietnã, do Iraque e, agora, do Afeganistão, fora outras confusões localizadas que foram protagonizando”, diz. “O histórico republicano de acumular déficits em cima da máquina de guerra é o grande responsável por esta situação que está aí hoje, é a origem do problema.”
“Quando a gente olha a questão econômica pura e simples envolvida, existe uma situação muito clara: os Estados Unidos gastam mais do que conseguem produzir ou guardar ou ter em reservas. Portanto, é obrigado a se endividar eternamente”, explica. “Os Estados Unidos hoje precisam reduzir despesas, como a máquina de guerra; cortar despesas internamente, como programas sociais. (...) Tecnicamente não existe nenhuma saída que não contemple cortar gastos e aumentar impostos.”
Do ponto de vista político, Stempniewski lembra que não se pode perder de vista a eleição de 2012. “O que o Obama quer? Quer criar uma situação que prejudique os republicanos e qualquer candidato deles. E os republicanos querem criar uma situação que prejudique a figura do Obama e a torne inviável para a reeleição no ano que vem. Isso é como briga de marido e mulher: é ódio, ressentimento, uma série de questões muito pessoais que leva as pessoas a fazerem os maiores absurdos possíveis”, conclui.
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"E depois, é o Brasil que está na pior, se isso é tá na pior 'PORRAN' quer dizer o que cê tá bem".

sábado, 30 de julho de 2011

Esporte: guerra a vista nas eliminatorias para a copa de 2014 .



Grupos da Europa são a maior atração do evento na Marina da Glória, que tem gafes e muitos aplausos para o 'Rei' Pelé e João Havelange



Numa reunião de astros de futebol do passado e do presente, artistas, políticos e autoridades internacionais, a Marina da Glória foi palco, na tarde deste sábado, no Rio, do primeiro sorteio de seleções para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Desta vez, para as disputas continentais das eliminatórias. Num dia que começou agitado com protesto pequeno contra o presidente da CBF e do COL, Ricardo Teixeira, que cresceu e se tornou manifestação política contra o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o prefeito Eduardo Paes, houve quem saísse por cima. Pelé e o presidente de honra da Fifa, João Havelnage, foram os mais aplaudidos. Mas nem tudo correu às mil maravilhas.
Houve também algumas gafes . Teve apresentadora chamando Neymar de Nilmar, apresentador chamando Ronaldo de Romário, Zagallo dizendo que o Brasil foi o único país a perder final em casa - esqueceu da Suécia que derrotou como jogador em 1958 -, Julio Grondona, presidente da Federação Argentina e diretor executivo da Fifa, dormindo... E a maior expectativa do evento em que 166 países de seis confederações disputarão 31 vagas para o Mundial causou frisson: nas chaves da Europa, a França de Platini e Zidane - esse último o grande craque do título de 1998 -, excluída pela Fifa do grupo dos cabeças de chave, terá missão nada fácil: caiu no grupo I, o da Espanha, atual campeã mundial.

A proeza de colocar dois países campeões do mundo frente a frente já nas eliminatórias foi de Ronaldo, que junto com Paulo Henrique Ganso sorteou os grupos europeus. As duas seleções brigarão por apenas uma vaga na chave. Além das duas potências, o Grupo I conta ainda com Bielorrúsia, Geórgia e Finlândia.
- Ronaldo teve a mão pesada e caímos nesse grupo muito difícil. Temos que jogar com tudo. Conhecemos a Espanha muito bem, mas a Copa é em 2014 só acontecerá daqui a três anos. Ela domina o futebol mundial desde 2008. É sempre bom enfrentar os melhores - disse o treinador.francês Blanc, brincando com o Fenômeno.
É bom lembrar que a França foi o grande calcanhar de Aquiles de Ronaldo em sua carreira. Além de ter perdido a final para os "bleus" por 3 a 0, o Fenômeno foi protagonista de uma das histórias mais dramáticas da história dos Mundiais. Antes da partida, o craque sofreu convulsão que preocupou todos os jogadores e a comissão técnica. Mesmo assim, entrou em campo.
Antes de sortear as bolinhas, o maior artilheiro de todas as Copas do Mundo, com 15 gols, foi chamado de "Romá..." pelo apresentador Tadeu Schimidt, que percebeu a gafe antes de terminá-la. No mais, as 53 seleções europeias foram divididas em oito grupos de seis equipes, e um de sete. As partidas vão acontecer entre os dias 7 de setembro de 2012 e 15 de outubro de 2013. Os nove vencedores de cada grupo garantem vaga na Copa do Mundo de 2014. Os oito melhores segundos colocados se enfrentam em mata-mata de ida e volta entre os dias 15 e 19 de novembro de 2013. Os quatro ganhadores dos duelos também carimbam passaporte para a competição no Brasil.


Grupos da morte
A segunda atração nos duelos europeus ficou por conta do confronto de duas das sete ex-repúblicas da antiga Iugoslávia. Croácia e Sérvia, países que vivem em constantes conflitos diplomáticos, estão juntos no Grupo A, considerado o da morte, que tem ainda Bélgica, Escócia, Macedônia e País de Gales. As duas seleções farão duelo histórico na luta para disputar o Mundial no Brasil.
Nos outros grupos, um dos mais difíceis: a Itália caiu no B, com Dinamarca, República Tcheca, Bulgária, Armênia e Malta. No C, a Alemanha enfrenta Suécia, República da Irlanda, Áustria, Ilhas Faroe e Cazaquistão. A Holanda está no D, com Turquia, Hungria, Romênia, Estônia e Andorra. A Inglaterra terá no H, como adversários principais, a Polônia e a Ucrânia. Pega também Montenegro, Moldávia e San Marino.

O único pedido da Uefa feito à Fifa em relação ao sorteio foi em relação às tensões políticas envolvendo a Albânia e Geórgia. A solicitação foi aceita pela entidade máxima do futebol. As duas equipes ficaram no pote seis durante as escolhas na Marina da Glória.
A seleção de Portugal, do astro do Real Madrid, Cristiano Ronaldo, ficou no Grupo F. Os lusos terão como adversários Rússia, Israel, Irlanda do Norte, Azerbaijão e Luxemburgo. .A Grécia, outro cabeça de chave, caiu no G, com Eslováqui, Bósnia Herzegovina, Lituâniia, Letônia e Liechtenstein. A Europa é quem terá o maior número de representantes na Copa: são 13 vagas para o continente. Os nove melhores de cada grupo da eliminatória europeia se classificam direto para a Copa. Os oito melhores segundos vão para  mata-matas, se classificando os quatro vitoriosos.
África
Comandados pelo secretário-geral da Fifa, Jeróme Valcke, o pentacampeão Cafu e o santista Neymar sortearam os jogos da primeira fase e da etapa de grupos das eliminatórias africanas para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. A África do Sul, última anfitriã, está no Grupo A, com Botsuana, República Centro-Africana e o vencedor de Somália x Etiópia. Já Gana, que chegou às quartas de final do último Mundial, caiu no Grupo D, com Zâmbia, Sudão e a seleção que sair vencedora do confronto entre Lesoto x Burundi.
As equipes foram divididas em dois potes, um com as 12 mais bem classificadas e o outro com as 12 de ranking inferior. Essas seleções serão sorteadas para jogarem um mata-mata em duelos de ida e volta contra as do outro pote nos dias 11 e 15 de novembro. Os vencedores desses confrontos avançam para a segunda fase, onde se juntarão aos outros 28 países da região. Então, as 40 seleções serão divididas em dez grupos de quatro equipes, que se enfrentarão no formato todos contra todos em jogos de ida e volta. Os primeiros colocados dos dez grupos passam para a terceira fase.
Ásia
Nos grupos da Ásia, coube a Zico definir o caminho do Japão antes do Mundial. Ídolo do Flamengo e principal responsável pelo desenvolvimento do futebol no país asiático após passagem pelo Kashima Antlers-JAP, o Galinho comandou a divisão. E colocou a "Terra do Sol Nascente" no grupo C, ao lado de Uzbequistão, Síria e Coreia do Norte, esta última adversária do Brasil na primeira fase da Copa de 2010.
As eliminatórias da Ásia já se encaminham para a terceira fase. Os 15 vencedores da segunda rodada preliminar (Cingapura, China, Síria, Uzbequistão, Indonésia, Catar, Kuwait, Jordânia, Omã, Líbano, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irã, Arábia Saudita e Tailândia) se juntam às cinco seleções que já estavam classificadas automaticamente (Japão, Austrália, Coreia do Sul, Bahrein e Coreia do Norte). Esses 20 países foram distribuídos em quatro potes de cinco equipes cada com base na edição de julho de 2011 do ranking da Fifa.
As seleções do quarto pote foram colocadas na quarta posição de cada grupo, as do terceiro pote, para a terceira posição e assim por diante. Os primeiros e segundos colocados de cada grupo passarão para a quarta fase.
Concacaf (América do Norte, América Central e Caribe)

O tetracampeão mundial Bebeto e o jovem meia Lucas Piazon ficaram com os grupos da Concacaf. Os cinco vencedores da primeira fase das eliminatórias (Belize, República Dominicana, Ilhas Virgens Americanas, Santa Lúcia e Bahamas) juntaram-se às 19 seleções mais bem posicionadas da região para a segunda fase.
Essas equipes foram sorteadas em seis grupos de quatro equipes, sendo que o vencedor de cada grupo se classifica para a etapa seguinte.



Uma das maiores estrelas do sorteio das eliminatórias, o tetracampeão Zagallo, perto de completar 80 anos, ficou, ao lado do jovem vascaíno Felipe Bastos, responsável pelo sorteio da Oceania. As eliminatórias no continente funcionam da seguinte maneira: as quatro seleções da região mais mal posicionadas no Ranking Mundial da Fifa (e com base também em critérios esportivos) disputarão a primeira fase, que será um torneio no formato todos contra todos que acontecerá entre os dias 21 e 26 de novembro.
O vencedor se junta a outras sete seleções - Nova Zelândia, Fiji, Nova Caledônia, Vanuatu, Ilhas Salomão, Taiti e Papua-Nova Guiné - para participar da Copa das Nações da OFC 2012, válida como a segunda fase do torneio classificatório da Oceania, que, tal como a América do Sul, também será disputado em formato de todos contra todos, entre os dias 1º e 12 de junho de 2012.

Pelé, querido de Dilma
Chamada ao palco logo após o presidente da Fifa, Joseph Blatter, a presidente da República, Dilma Roussef, mostrou logo sua preferência. Chamou Pelé de "meu querido" e citou o "Rei" do futebol antes de Ricardo Teixeira e dos políticos no discurso

- O Brasil continua a ser identificado como país do futebol. Nós amamos o futebol. Aqui nasceram grandes craques de todos os tempos, a começar pelo maior deles, o nosso querido Pelé, a quem nomeamos embaixador para a Copa do Mundo 2014. Mas o nosso povo tem muitos motivos de orgulho, temos hoje uma economia estável e em crescimento. Nos últimos oito anos, elevamos para a classe média 40 milhões de brasileiros.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, foi um dos primeiros a subir no palco montado na Marina da Glória. O dirigente demonstrou bom humor ao "arranhar" um português, enaltecendo também Pelé e João Havelange. E ressaltou a confiança no Brasil para atender aos prazos e exigências da Fifa para a realização do Mundial.
Durante o evento, shows de Ivete Sangalo, Ivan Lins e Ana Carolina, além de Daniel Jobim - com participação em vídeo dos eternos Tom Jobim e Frank Sinatra -, deram o toque a mais no evento. Agora, é esperar a bola começar a rolar.

GAMES: Loja norueguesa bane jogos violentos após atentados

Massacre em Oslo leva a proibição de 51 jogos na Noruega em respeito às vítimas dos atentados terroristas recente.


 A loja norueguesa Coop Norway anunciou que interromperá temporariamente a venda de 51 jogos ou brinquedos em respeito às vítimas dos atentados terroristas recentes, que mataram 76 pessoas nas cidades de Oslo e Utoya. Entre os títulos, estão games citados pelo próprio autor dos ataques, Anders Breivik, como formas de treinamento. Confira a lista de games retirados das prateleiras:

  • Counter-Strike
  • Homefront
  • Call of Duty: Black Ops
  • Call of Duty: Modern Warfare
  • Call of Duty: Modern Warfare 2
  • Call of Duty: World at War
  • Sniper: Ghost Warrior
  • World of Warcraft

 Segundo o diretor da Coop Norway, Geir Inge Stokke, medidas semelhantes podem ser tomada por outros varejistas noruegueses. Ele frisou, porém, que os jogos não estão banidos do país e que sua retirada é apenas temporária.
 “Temos que pensar com cuidado sobre quando trazer esses produtos de volta”, explicou ele, afirmando que o critério será a comoção popular dos noruegueses, e não possíveis elementos econômicos envolvidos nas vendagens.

FOI SEM QUERER QUERENDO: 'Chaves' chega a 1 milhão de seguidores no Twitter em 2 meses

Comediante Roberto Bolãnos abriu conta no microblog há dois meses.
Ele reclama de andador, bengala, mas diz que o importante é estar vivo.

O comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños abriu conta no Twitter (Foto: Henry Romero/Reuters) 
O comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños
abriu conta no Twitter 
(Foto: Henry Romero/Reuters)

O comediante mexicano Roberto Bolaños, que interpreta o personagem "Chaves", chegou à marca de 1 milhão de seguidores no microblog Twitter apenas dois meses depois de abrir sua conta na rede social. O comediante de 82 anos, também criador do "Chapolin", enviou até o momento 534 mensagens.
Em sua conta, Bolanõs segue apenas 39 pessoas, a maioria familiares e pessoas muito próximas de sua família, mas nesta sexta-feira (29) ele respondeu            mensagens enviadas por seus fãs no México, América    Central, América do Sul e Europa.
Na noite desta sexta, o comediante realizou seu primeiro contato através de um vídeo virtual pelo servidor Twitcam, onde mais de 40 mil fãs tentaram contatá-lo, pelo que o ator se desculpou e pediu 'paciência' ao não poder responder a todos.
Minutos mais tarde, Bolaños concedeu uma entrevista a uma jornalista mexicana, e depois escreveu em sua conta que este fato foi um grande acontecimento.
Durante a entrevista, o comediante se mostrou entusiasmado com sua nova etapa como usuário de Twitter, por onde recebe "mensagens muito doces, adoráveis em sua maioria". Também disse estar com "muito animado", embora a saúde "não vá muito bem", porque sente muita fadiga ao subir ou descer escadas em sua casa, pois tem de andar em cadeira de rodas, andador ou bengala. Mas no fim esclareceu que o importante é que segue vivo.
A primeira mensagem escrita por Bolaños foi: '"lá. Sou 'Chespirito'". Tenho 82 anos, e esta é a primeira vez que envio um tweet. Estou estreando. Sigam-me os bons!", finalizando com o famoso bordão do Chapolin.
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Sobre a notícia Chaves, declarou: 'Os fãs sim têm paciência comigo!

MÚSICA: Lady Gaga aparece com novo visual muito semelhante ao de Christina Aguilera


Lady Gaga aparece com novo visual muito semelhante ao de Christina Aguilera.
Todos nós aplaudimos seu visual único. Seus lábios vermelhos brilhante, cílios postiço, rosto pálido, cabelos lisos repartidos no meio, ela parece ter a stylist da Xtina e beliscou a make-up da equipe. A figura apareceu com um vestido preto que com certeza você encontrará no guarda-roupa de Christina.
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 E depois dizem que Xtina copia isso, ah tá!.

MÚSICA: Após bater recordes, U2 termina turnê 360º com show no Canadá

Banda faturou US$ 736 milhões e levou 7,26 milhões de fãs a estádios.
Última apresentação acontece neste sábado (30) na cidade de Moncton.

Bono durante a apresentação do U2 no festival Glastonbury (Foto: AP) 
Bono durante show do U2 no festival inglês
Glastonbury, em junho deste ano (Foto: AP)

O U2 faz neste sábado (30) em Moncton, no Canadá, o último show da turnê 360º. O giro pelo mundo começou no dia 30 de junho, em Barcelona, na Espanha, e passou por São Paulo em abril deste ano, com três datas no estádio do Morumbi.
O grupo irlandês fez 110 apresentações baseadas no disco "No line on the horizon" (2009) com a estrutura de 50 metros de altura, batizada de "a garra". A estrutura de aço com 29 mil m² deve ser vendida após este último show da turnê 360º.
A banda liderada pelo vocalista Bono bateu os recordes de turnê mais lucrativa e com maior público, que antes pertenciam aos Rolling Stones. Ao todo, o U2 faturou US$ 736 milhões e levou 7,26 milhões de fãs a estádios em todo o mundo, segundo informações divulgadas pela revista americana "Billboard".