Palco recebeu excelente público no primeiro show do dia do metal. Repertório contou com 'Ressaca sem fim' e 'A verdadeira dança do patinho'.
Postado por Kleberson Costa
A apresentação teve início pontualmente às 14h40, com uma introdução matadora do grupo carioca. Em sequência, tocaram canções como "Remédios demais", "Ressaca sem fim" e "Bom é quando faz mal". Como um maestro, o carismático vocalista Jimmy regia a plateia, que respondeu positivamente logo nos primeiros acordes.
Para se ter uma ideia do poder sonoro do grupo, os medidores da mesa de som, localizada a 40 metros do palco, chegavam a 110 decibéis - para efeito de comparação, o limite suportado pelo organismo humano sem consequências físicas é de 60 decibéis.
"Agora eu quero chamar um cara que faz rap, funk, rock e outros tipos de música do caralho", gritou Jimmy, pouco antes anunciar BNegão. "Tá clássico, tá clássico. Vamos que vamos", agradeceu o rapper, que atacou de "Letter to the censors", do grupo Mano Negra.
Um dos pontos altos da apresentação foi o hit de BNegão, "A verdadeira dança do patinho", cantada em parceria com o cantor Paulão Black. "Essa é sobre um povo inocente e tolinho, mas que não tem nada a ver com a gente", anunciou Jimmy, referindo-se ao teor político e debochado da letra.
No fim do show, mais uma sequência demolidora, com "Estamos todos bêbados" e "Interceptor -V6". O dia começou bem para os metaleiros na Cidade do Rock.

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