Por Denis Monteiro
Especialistas da Sony que estão reunidos na Gamescom 2011 se aventuraram a traçar o futuro dos videogames, com holografias que serão praticamente 'seres humanos digitais', capazes de interagir com o console por meio de gestos.
O exemplo que ilustra essa ideia é o videogame 'L.A. Noire', que se baseia em movimentos reais de atores para criar personagens, testemunhas de crimes cujos gestos devem ser estudados pelos jogadores para saber se o que dizem é verdade.
Contudo, não só é necessário que as figuras virtuais se pareçam com pessoas reais: a interatividade por meio de sensores de movimento permitirá, segundo Yoshida, 'detectar' os gestos do jogador, para saber se está triste ou alegre, e que o console possa reagir em função disso.
Se a tecnologia 3D se instalou de vez nos consoles, as melhorias neste sentido não se limitarão a que vários jogadores possam interagir de diferentes ângulos da tela e continuar apreciando o efeito estereoscópico, algo que segundo estes especialistas será em breve, mas o próximo passo, em 10 anos, seria as holografias.
O que parece não ter retorno é a conexão dos jogos com redes sociais, algo que para Yoshida 'está acontecendo naturalmente' e que segundo Mark Cerny, outro especialista presente no debate e criador de títulos como 'MotorStorm', 'em um mundo com Facebook, o modo de jogo desligado será impensável dentro de três anos'.
À margem dos avanços tecnológicos e de conexão que sobrevirão à indústria do videogame na próxima década, os especialistas que participaram do encontro 'Sony PlayStation: 2021' vão discutir sobre outras questões como os argumentos e os temas das novidades.
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